segunda-feira, 27 de abril de 2015

Top 3 Minhas Séries Favoritas

Escolher quais são as minhas séries favoritas é quase tão difícil quanto escolher quais são meus livros favoritos. Como uma viciada em séries nata é quase impossível escolher apenas três, mas vamos ver no que isso vai dar.
Não vou colocar elas em ordem de preferência, pois esse post não iria sair nunca.
Então o meu top 3 ficou assim:

1º Grey’s Anatomy


Essa é a melhor série médica do mundo. Sério. Por mais que a Shonda Rhimes (criadora da série) faça de tudo para eu deixar de gostar dela eu não consigo. Vou contar para vocês, eu já sofri demais com Greys e ainda sofro.
Para quem não conhece essa série, o que eu acho difícil, ela é um drama médico que começa contando a história de cinco futuros cirurgiões que acabaram de entrar no programa de internato do hospital Seattle Grace.
No decorrer das temporadas tudo, literalmente, acontece nesse hospital, de acidente de barca até um atirador dentro do hospital, é dai para pior.
Já existem 11 temporadas desse seriado e apesar de as vezes parecer que está perdendo o ritmo a autora sempre consegue dar a volta por cima e fazer algo totalmente novo.
Se você um dia quiser começar a assistir a Grey’s Anatomy tenho um conselho para te dar: Não se apegue aos personagens e se prepare para sofrer e chorar. São duas coisas inevitáveis, mas pelo menos vocês já estarão preparados.

2º The Walking Dead


Minha jornada com essa série começou bem, teve um período de tédio, e depois voltou a ficar bem.
The Walking Dead é a série de zumbis mais famosa do momento. Ela conta a história de um grupo de pessoas que tentam sobreviver ao apocalipse zumbi.
A primeira temporada é bem curta, tem apenas 6 episódios, mas com apenas isso ela conseguiu me conquistar e conquistar milhares de fãs. Tudo parece tão real e os personagens são tão envolventes que é difícil deixar de assistir.
A segunda temporada, pelo menos na minha opinião, foi boa, mas não tanto quanto a primeira. Foi nela que começou o meu período de tédio que durou até o terceiro episódio da terceira temporada.  Acabei abandonando a série durante um tempo e quando resolvi voltar a assistir quase me matei ~risos. Eu parei de assistir justamente no melhor episódio da temporada e a partir daquele episódio a série foi ficando cada vez melhor. E hoje não me imagino abandonando-a novamente.
É a melhor série de zumbi do mundo, se você ainda não assiste, assista você não vai se arrepender.

3º Empire

Eu amo essa série pois além de ter um bom roteiro ela também é um musical e eu sou apaixonada por musicais. Vou deixar a sinopse aqui para vocês.

Sinopse
Situada no mundo do hip hop, a história gira em torno de Lucious Lyon, um homem que se fez nas ruas, onde nunca fugiu de uma briga. Lucious se tornou um músico famoso e um empresário carismático, que utiliza qualquer meio necessário para defender seu império. Agora Lucious está prestes a dar um grande passo em seus negócios: transformar a Empire Entertainment em uma empresa de capital aberto.
Enquanto isso, Cookie, sua ex-sócia e ex-esposa deixa a prisão por bom comportamento. Após passar dezessete anos na cadeia por tráfico de drogas, ela exige sua parte nos negócios. 
É impossível assistir a um episódio dessa série e não querer assistir o próximo. A Cookie é a rainha dessa série, sempre diva em todos os episódios. Junto com o Lucious ela tem três filhos, o Jamal, o Andre e o Hakeem. Apenas o Jamal e o Hakeem estão no ramo musical como o pai, o Andre trabalha na parte administrativa da empresa.


Muita coisa acontece, muitas intrigas, muitas surpresas e também muita música. Vale super apena.

E é isso. Deu para perceber que sou bem versátil quando se trata de séries de tv. Em breve eu faço outro post como esse, recomendando novas séries para vocês e falando de outros seriados queridinhos da minha lista. 

sábado, 25 de abril de 2015

Marvel Daredevil - Resenha


A Netflix está surpreendendo cada vez mais com suas produções para as telinhas. Recentemente eles lançaram a série Marvel Daredevil – Demolidor que já conquistou milhares de fãs.
Bom, antes de contar o que eu achei da série vou falar um pouco sobre ela.
Matt Murdock é um advogado que aos 9 anos de idade sofreu um acidente e ficou cego. Esse acidente além de deixa-lo cego, fez com que todos os seus sentidos ficassem mais aguçados e no decorrer dos anos Matt aprendeu a usar isso para ajudar pessoas que corriam perigo.
Junto com seu melhor amigo Foggy Nelson, que ele conheceu na faculdade, abriu um pequeno escritório de advocacia assim que se formaram e começaram a correr atrás de casos criminais para solucionarem, enquanto Matt realizava suas atividades extracurriculares sem o conhecimento do amigo.
Não vou me aprofundar muito, pois posso me empolgar e acabar soltando algum spoiler e isso não é legal.
No total a série possui 13 capítulos com duração média de 50 minutos cada. Eu, particularmente, não gosto seriados que tenham episódios muito longos, pois acho que acaba se tornando cansativo de ver, mas resolvi dar uma chance a esse e não me decepcionei. Os episódios são tão envolventes que você acaba nem vendo a hora passar.
Os personagens foram muito bem construídos, tanto os mocinhos quanto o grande vilão Wilson Fisk, e logo nos primeiros capítulos já conseguimos nos apegar a eles.
As cenas de lutas ficaram ótimas assim como os efeitos, no começo você fica pensando como que um cara cego pode fazer aquilo tudo, mas no decorrer dos episódios ficamos sabendo que nem tudo é o que parece e tudo fica um pouco mais realista.
Se você ainda não viu, recomendo que veja o mais rápido possível, por que o Demolidor chegou e veio para ficar. A série já foi renovada para segunda temporada e não vejo a hora de assistir aos novos episódios, que espero não demorar muito para chegar.



Velozes & Furiosos 7 - Resenha

Depois de algum tempo longe do Blog, resolvi voltar a ativa. E nada mais justo que voltar trazendo uma resenha de um dos filmes mais falados do momento. 
O sétimo filme da franquia foi lançado recentemente e já ultrapassou a faixa de 7 milhões de telespectadores. Não é de se espantar que em pouco tempo o longa tenha conquistado um público tão grande. A franquia vem fazendo sucesso desde 2001, quando lançou o primeiro filme da série.
Como de costume, os produtores não economizaram nas cenas de ação, talvez tenham até exagerado um pouco, principalmente quando se diz respeito as brigas entre Dom Toretto (Vin Diesel) e Deckard Shaw (Jason Statham). Cenas com extrema violência física e com direito até a barras de ferro.
Quem levou suavidade em meio a tanta violência foi o Roman Pearce, personagem feito pelo ator Tyrese Gibson. Ele levou uma pitada de comedia para cenas super tensas.
A principal questão que levou uma boa parte do público aos cinemas foi: O que fizeram com o personagem do Paul Walker?
O longa-metragem marca a última aparição de Paul Walker, que morreu em 30 de novembro de 2013, com metade das suas cenas filmadas. Após a morte de Paul, as filmagens foram adiadas para reescrever o roteiro. Seus irmãos, Caleb e Cody Walker foram utilizados como dublês para completar cenas restantes e o rosto foi substituído por computação gráfica na pós produção.
É muito difícil saber em que parte do filme o Paul foi substituído, já que os produtores optaram por não revelar onde houve a substituição. O recurso gráfico foi muito bem utilizado conseguindo não levantar qualquer suspeita sobre o seu uso.
No filme não faltaram lutas e explosões, muito menos emoção em suas cenas finais. A homenagem feita para o Paul Walker foi muito emocionante e contou com a comoção real dos atores. 
Se você ainda não viu, recomendo que corra ao cinema mais próximo e assista. Vale muito a pena.

domingo, 28 de julho de 2013

Resenha

A Culpa é das Estrelas
de John Green

Bom, o livro A Culpa é das Estrelas do autor John Green, sem duvida é emocionante. Mas também um pouco decepcionante. Pelo menos pra mim foi.

O livro tem como personagem principal, a Hazel Grace e o Augustus Waters. Ele te 17 anos e havia tido osteossarcoma, um tipo de câncer que afeta os ossos, e a Hazel tem 16 anos e sofre com câncer de tireoide com metástase nos pulmões e é uma paciente terminal. Os dois se conhecem em um grupo de apoio ao câncer que a Hazel frequenta. A partir do dia que eles se encontram não se desgrudam mais. 


No começo do livro a Hazel era uma adolescente bem deprimida, fica pensando em quando iria morrer, era desmotivada com praticamente tudo, a única coisa pela qual ela é apaixonada era pelo livro Uma Aflição Imperial, que contava a história de uma garota que havia morrido de câncer. Quando ela conheceu o Gus, sua vida mudou completamente, mas ela não queria ser uma bomba, que poderia explodir a qualquer momento em sua vida.


Confesso que no início foi um pouco cansativo ler esse livro, eu só comecei a me interessar por ele la pela metade, com uma grande aventura entre a Hazel e o Gus. O final do livro é realmente emocionante e surpreendente, um pouco triste também. O que parecia que ia acontecer não aconteceu, o que me levou a pensar " é sério que isso?", foi meio que sem sentido. 



Me decepcionou um pouco, mas eu gostei. Apenas não vão com tanta expectativa para ler esse livro, pois assim como eu vocês podem acabar se decepcionando um pouco. Aliás, espero que sua experiência seja melhor que a minha.